Sucesso: Pedro Homero

pedro-homero
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BI Profissional
Contact Center(s)
: Sol Meliá, Ericsson, Teleperformance, Arvato
Projeto(s): Sol Meliá, Ericsson, BlackBerry, Renault
Função/Funções: CSR, Supervisor, Selection and Appointment Planner, Recrutador
Duração: 13 anos
Atualmente: Arvato – Recrutador
Link profissional: linkedin.com/in/pedrohomero

BI Social
Naturalidade: Moçambique
Hobbie: Música
Clube: St. Pauli de Hamburgo
Música: Threads, Portishead
Filme/Série: The Wire
Um prato:
Seitan no Forno com Batatas
Faz-me sorrir:
Os meus filhos a brincarem
Link social:
facebook.com/pedrohomero

Que ideia tinhas de um contact center?
Achava que iria ter uma senhora de meia-idade e privada de vida íntima a gritar ao meu ouvido direito, enquanto no esquerdo tinha um cliente em linha a queixar-se de um produto ou serviço. Nada a ver com a realidade, portanto 🙂

Dia a dia no projeto?
Cada projeto tem as suas características próprias mas como estive sempre em apoio ao cliente os elementos em comum foram semelhantes: a camaradagem, as piadas, a paciência para explicar pela décima vez o mesmo assunto a um cliente, etc.

Ambiente de trabalho?
Ao contrário do que se possa pensar, um contact center é composto por gente de todo o tipo de background, tanto profissional como pessoal, e acabas por conhecer realidades completamente diferentes das tuas, quase sempre interessantes. É o ambiente ideal para fazer bons amigos, daqueles que ficam para o resto da vida.


Afinal como é trabalhar num contact center?
É ao mesmo tempo mais simples e complexo do que achava antes do fazer. Simples porque uma vez que ganhas o ritmo apercebes-te que não é o bicho papão que imaginavas e complexo pois pede uma dedicação, tanto à equipa como aos clientes, maior do que poderia parecer. Isto acaba por tornar a função mais estimulante do que alguma vez sonhaste.


Progressão de carreira?
Na empresa onde estive antes, Teleperformance, e após ter subido para o cargo de Supervisor, fui convidado a fazer uma perninha no Departamento de Recrutamento, acabando por descobrir uma vocação – alimentada pelo management do departamento – para os recursos humanos e tornando-me o que sou hoje, recrutador.

Planos para o futuro?
Ir passo a passo; a minha vida pessoal, nos últimos tempos, mostrou-me que é o melhor a fazer. 🙂

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