Testemunho: Manuel Perez

manuelp
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BI Profissional
Contact Center(s):
Teleperformance
Projeto(s): Bouygues Telecom / Recrutamento
Função/Funções: Customer Service Representative e International Recruiter
Duração: 32 meses
Atualmente: International Recruiter na CCTalents / Director/Producer da Luxinero Studios

BI Social
Naturalidade: França
Hobbie: Ginásio e Playstation
Um jogo: Final Fantasy
Filme/Série: Doctor Who
Um prato: Picanha
Faz-me sorrir: as maluquices dos meus animais

 

Que ideia tinhas de um contact center?
Nunca tive uma ideia pré-concebida de um contact center, sempre achei que pudesse ser um desafio interessante. Sempre que ligava para uma linha de apoio ao cliente (muitas vezes para reclamar) perguntava-me como funcionavam as coisas do outro lado da linha… Nunca fui muito atrás da conversa “vida de call center não é para ninguém, não é um trabalho digno”, acho que antes de falarem deviam experimentar, até porque é algo que acabou por se tornar bastante interessante! E é como tudo… parece-me que as pessoas não pensam o quão difícil seriam as suas vidas se não existissem Contact Centers… já pensaram se tinham que se dirigir a uma loja às 23h para um apoio ao cliente?

Dia a dia no projeto?
Bem no início tudo era novo, e apareciam novas situações a cada dia… Quando comecei parecia tudo muito estranho: falar ao telefone com pessoas que não conhecia, ouvir “palavrões” técnicos que nunca ouvira na minha vida… Com o tempo o trabalho começou a ser feito de forma natural e agradável. O bom deste género de trabalhos é que acabamos por nos desfazer dele em casa, não fica nada por acabar.

Ambiente de trabalho?
Nada de como as pessoas pintam! Um verdadeiro espírito de equipa e companheirismo… Para ser sincero achei o ambiente de trabalho enquanto agente muito mais interessante do que enquanto staff de suporte. Riamos, partilhávamos histórias e trabalhávamos (claro!) O ambiente permitiu, de certo, que crescêssemos enquanto pessoas e profissionais – estávamos sempre aqui um para os outros (nem que fosse para trocar uma folga ou umas férias).

Progressão de carreira?
Por acaso é algo que acabei por presenciar bastante na empresa onde estava… Tanto eu como muitos colegas meus, acabamos por ingressar funções de outros departamentos… E quando falo em progredir na carreira não falo em esperar que me cresçam cabelos brancos… Passado um ano e meio, e através do meu trabalho, acabei por entrar na equipa de recrutamento da empresa – onde tive a oportunidade de crescer ainda mais e descobrir novas coisas que fizeram com que esteja onde estou atualmente.

Afinal como é trabalhar num contact center?
É como tudo… um trabalho é um trabalho, a única coisa é que este trabalho é por telefone. No Contact Center temos a vantagem de poder trabalhar sentados. Chegamos no início do nosso dia, ligamos o PC, logamo-nos e começamos a receber chamadas. Como qualquer trabalho, penso que este tem de ser executado de forma profissional, até porque certos projectos podem ter mais sensibilidade do que outros… Uma das desvantagens de trabalhar por telefone é que temos que transmitir toda a nossa confiança através da nossa voz, afinal o cliente não nos vai ver e não vai poder analisar a nossa linguagem corporal – é fundamental apresentarmos um discurso cuidado, reconfortante e que transmita o máximo de confiança ao cliente.
O Contact Center tem muitas vantagens, uma delas ser que estamos ali para trabalhar x horas e não mais! Não levamos trabalho nem preocupações para casa… algo que valorizo muito pois, para mim, a casa é um espaço de lazer e descanso.

Planos para o futuro?
Futuramente espero poder levar a minha empresa para o “nível seguinte”. Sou mais o género de pessoa que faz as coisas passo a passo, afinal não me serve de muito dar um passo maior que a perna e acabar por cair.

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